Após anos de observação e várias pesquisas de especialistas em combate a incêndio de diversos países, comprovou-se estatisticamente que a BRIGADA DE INCÊNDIO faz-se necessária nas edificações de forma geral, e que é importante manter pessoal treinado e habilitado para o manuseio dos equipamentos, de Prevenção e Combate a Incêndio, existentes no local, e exigidos pelo Corpo de Bombeiros, assim como em primeiros socorros. A maioria dos incêndios é combatida no seu início, ou melhor, nos primeiros cinco minutos. É, aliás, voz corrente nos Corpos de Bombeiros que os primeiros cinco minutos valem mais do que as próximas cinco horas


Constatou-se que nas empresas que possuem Brigadas de Incêndio os focos são extintos de imediato e que os danos são bem menores. Normalmente, com a chegada do Corpo de Bombeiros, na maioria das vezes a situação já está sob controle e o foco já está extinto. Isto não acontece nas empresas que não possuem brigada. Nestas últimas, a propagação do fogo é mais acentuada e os danos mais elevados.


É importante para o Corpo de Bombeiros que, ao chegar ao local sinistrado, ele já encontre pessoal com conhecimento básico sobre os riscos de edificação, equipamentos disponíveis, dados sobre a existência ou não de vítimas, a localização do incêndio e outras informações úteis que facilitem a atuação imediata das guarnições no local sinistrado.


Dentre todas as funções desempenhadas pelos brigadistas, uma das mais importantes é a prevenção, básica para que todas as outras suas funções sejam eventualmente realizadas.



PREVENÇÃO E COMBATE Á INCÊNDIOS


Quando ocorre um desastre, não importa sua magnitude, as funções críticas de uma empresa se vêem gravemente afetadas, O impacto sobre o negócio depende, de quão preparado está a empresa para responder a crise ou emergência.


A arte da guerra nos ensina a não confiar na probabilidade de o inimigo não vir, mas na nossa presteza em recebê-lo, não há chance de ele não atacar, mas em vez disso, no fato de que tornamos nossa posição invulnerável.


Portanto, é necessário que haja a conscientização de que a segurança é como uma “guerra” em que quase todas as vitórias e sucessos são adquiridos através de pensamentos e idéias devidamente organizados, mesmo que estes pareçam difíceis de serem realizados e alcançados. Tal tarefa tornar-se-á fácil e bem-sucedida se todos estiverem conscientizados e bem preparados para receberem as modificações, as quais exigem certos conceitos que, seguidos à risca e com seriedade, proporcionam resultados benéficos e duradouros.



PRIMEIROS SOCORROS


Primeiros Socorros é o tratamento imediato e provisório ministrado a uma vítima de trauma ou doença, fora do ambiente hospitalar, com o objetivo de prioritariamente evitar o agravamento das lesões ou até mesmo a morte e estende-se até que a vítima esteja sob cuidados médicos.


É de a maior importância colocar em prática o suporte básico da vida. Saber fazer o certo na hora certa pode significar a diferença entre a vida e a morte para um acidentado. Além disso, os conhecimentos na área podem minimizar os resultados decorrentes de uma lesão, reduzir o sofrimento da vítima e colocá-la nas melhores condições para receber o tratamento definitivo.


O domínio das técnicas do suporte básico da vida permitirá que identifique o que há de errado com a vítima; levante ou movimente-a, quando isso for necessário, sem causar lesões secundárias; e, finalmente, transporte-a e transmita informações sobre seu estado ao médico que se responsabilizará pela seqüência de seu tratamento. Isto posto, nossa avaliação teve como objetivo, aferir os conhecimentos básicos de primeiros socorros, tais como: imobilização, ressuscitação cárdio-pulmonar, reconhecimento de cena, hemorragias, etc. os quais são indispensáveis ao brigadista, para que o mesmo atue frente a uma situação adversa, prestando os primeiros socorros à possíveis vítimas, restabelecendo suas funções vitais, se for necessário, para eventual transporte e posterior socorro especializado



ABONO DE AREA


Adoção de procedimentos estruturados, de modo a obter resposta rápida e eficiente em situações de emergência que visam orientar e conduzir as pessoas pelo interior das áreas, pela via de acesso determinada pela situação, e conseqüentemente, dentro da estratégia estabelecida, para um local seguro, previamente determinado.


O escape é a fase secundária da emergência, haja vista que a primeira resposta deve ser no sentido de ser retomada a normalidade. As medidas estabelecidas que definem as estratégias de abandono de área devem garantir a evacuação de forma coordenada, organizada e segura, proporcionando um fluxo rápido e contínuo da população fixa e flutuante



RESPONSABILIDADES


• Identificação e avaliação dos riscos existentes.
• Inspeções periódicas dos equipamentos de combate a incêndio.
• Inspeções periódicas das rotas de fuga.
• Realização de exercícios simulados de abandono de área, combate a incêndio e de primeiros    socorros.
• Relatar formalmente as irregularidades encontradas.
• Propor medidas de adequação obedecendo a normas e legislações vigentes.
• Avaliar, liberar e acompanhar as atividades de riscos.
• Participar das Integrações da empresa aos órgãos públicos afins.
• Cumprir o plano de emergência da empresa.

CONTATO


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